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Nos cuidados de saúde primários a depressão é frequentemente subdiagnosticada e o tratamento adequado não é frequentemente fornecido.

As pessoas que sofrem com sintomas depressivos podem sentir-se relutantes em procurar ajuda.

Quando recorrem aos serviços de cuidados primários, o profissional de saúde que os acompanha pode não detetar a depressão devido a:

  • uma interpretação incorreta dos sintomas somáticos (até dois terços dos sintomas referidos são somáticos),
  • comorbilidade do abuso de substâncias psicoativas,
  • relutância do doente em reportar sintomas afetivos ou
  • desconforto e insegurança do profissional com a gestão da perturbação depressiva diagnosticável.

Uma vez realizado o diagnóstico de depressão, as boas práticas indicam que deve ser iniciado um tratamento específico pelo médico de família. Mas o tratamento pode ser prejudicado pela:

  • acessibilidade limitada a psicoterapia,
  • prescrição inapropriada de farmacoterapia ou,
  • fraca adesão do doente ao tratamento.

O primeiro passo é estabelecer se o doente sofre de episódio depressivo. Dependendo da gravidade do episódio depressivo, a melhor abordagem poderá ser dar início a uma farmacoterapia ou psicoterapia para melhorar e manter o humor normal. No caso de depressão moderada a grave, a farmacoterapia é a primeira linha de tratamento. Na grande maioria dos casos, o recomendável seria uma terapia combinada de fármacos e psicoterapia.

Informações mais detalhadas sobre a identificação, diagnóstico e tratamento da depressão estão disponíveis nas próximas secções.

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